


Japão uma catastrofe sem fim.
Danilo Souza

Nesta sexta -feira (18), o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU)liberaram uma ação militar no país africano, segundo um porta voz do orgão, o ocidente não poderia ficar de braços cruzados enquanto pessoas inocentes morrem na Líbia por ação mão de "um louco e insano". Kadhafi, há 42 anos no poder, em claração a TV estatal, disse "que só sai da Líbia morto". Ele prometeu tornar a vida de quem atacar o seu país em um "inferno". Só resta saber por quanto ele vai resistir a pressão internacional, uma coisa é certa, ele não irá matar o povo inocente da Líbia.



Alerta nuclear
Além de conviver com a dor da perda de familiares e entes queridos, os japoneses têm se precuparem com o alerta de risco nuclear. O país enfrenta o risco de explosão em outro reator da usina nuclear de Fukushima Daiichi, cenário de um primeiro vazamento de radioatividade ocorrido cerca de 20 horas após o terremoto que atingiu o país na sexta-feira (11). Na manhã deste domingo no horário local, um operador da usina informou que o sistema de refrigeração do reator de número três da usina também parou de funcionar. No sábado o reator da usina um já tinha apresentado problemas em consequência da falta de refrigeração e o aumento da pressão no sistema. O acidente nuclear chegou a ser avaliado no nível 4 numa escala que vai até sete, segundo a Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão. Apesar do governo ter tranquilizado as pessoas, existe uma séria ameaça de contaminação nuclear. Agências de notícias locais afirmam que autoridades do Japão já ordenara a retira de 140 mil pessoas próxima a usina.

"Nunca sentir tanto pavor na minha vida. Achei que o chão ia se abrir e nos engolir." A brasileira Indinara Akyama de 43 anos, resume a sensação geral da população japonesa vivenciado no momento do pior terremoto que já se teve notícia no Japão. No momento do tremor ela estava dando aula. Professora, Indinara tinha como missão, em meio ao pânico, manter a calma dos alunos para que todos ficassem bem. "Nós tinhamos a responsabilidade sobre aquelas crianças, tinhamos que passar tranquilidade à elas", comenta.
Alerta para regiões do pacífico
Os países que são banhado oceano pacífico estão em estado de alerta para o risco de Tsunamis, aqui na américa do sul, o governo chileno começou deslocar a população da Ilha de Páscoa e do litoral do país. Cerca de 300 pessoas deixaram o local e foram para o aeroporto de Mataveri. Na américa do norte, o alerta foi emitido para a região da Califórnia e Hawaí. Por enquanto são só especulações, mas toda precaução se torna pouca para conter a força da natureza.
"Pensei que terra iria nos engolir"
Indianara Akyama,
brasileira, relatando o momento de pavor.